Sobre a maior mancha branca de nossa história Por Adriano...




Anderson Moraes, editor-chefe e fundador do Jornal Empoderado, discute a situação da segurança pública no Brasil, em especial a recente mega operação no Rio de Janeiro.
Ele critica a falta de projetos com “substância real” e a maquiagem na questão da segurança, defendendo que é preciso focar na raiz do problema, no “início do nascedouro”.
Moraes defende uma CPI das abordagens policiais e a necessidade de envolver todos os agentes na discussão: mídias negras, polícia, secretarias de segurança, governo, e as mães que perdem filhos para o tráfico.
A crítica se estende à glamorização da liberação de drogas, ao alto consumo de bebidas e energéticos por jovens, e à mentalidade de guerra nas operações policiais.
A segurança pública precisa de projetos sólidos e diálogo com a paz. O Rio de Janeiro, São Paulo, Bahia e Minas devem entender que o povo precisa respirar.


“A operação policial que se tornou a mais letal da história do Rio de Janeiro, com um total de 64 mortos, ganhou um novo e trágico capítulo: moradores do Complexo da Penha expuseram na praça mais de 60 corpos encontrados em área de mata, em um protesto desesperado por justiça e visibilidade.”



A maior chacina da história do Rio de Janeiro. O Estado chama de ‘sucesso’.
O governador classificou as operações no Complexo do Alemão e da Penha, que resultaram em mais de 130 mortes (a maioria civis), como um “sucesso”.
Em que mundo matar em massa, sem transparência e sem responsabilização, significa sucesso?
Não é combate ao crime, é uma política de extermínio contra quem é preto, quem é pobre, quem é favelado. A polícia, que deveria proteger, virou um instrumento de terror.
Queremos vida, dignidade e direito! Não vamos aceitar a produção do caos.
Assista ao vídeo e compartilhe para dar voz aos invisíveis.

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