
Jornal Empoderado na 2ª Marcha Nacional das Mulheres Negras
O legado de luta e resistência das mulheres pretas ressoou na capital brasileira Brasília foi o palco da 2ª Marcha

O legado de luta e resistência das mulheres pretas ressoou na capital brasileira Brasília foi o palco da 2ª Marcha

Nos dias 7, 8 e 9 de novembro, aconteceu o primeiro Encontro Nacional de Juventude da União de Negras e Negros pela Igualdade (UNEGRO) — movimento de atuação autônoma com vínculo não necessariamente partidário Partido Comunista do Brasil (PCdoB).
O encontro nasceu da necessidade de uma construção consciente e coletiva. Afinal, como pensar o futuro sem envolver quem viverá suas consequências?
Para a UNEGRO, isso não é uma opção. Dar voz à juventude negra é reconhecer e viabilizar um futuro em que ela possa viver, sonhar e acontecer.

Por Samir Maríanno Na noite desta quarta-feira, 5 de novembro de 2025, a Universidade Sociedade Unificada de Ensino Augusto Motta

A voz das mulheres das periferias não ecoa sob permissão, mas por urgência. É um movimento real, pulsante e político

Evento ocorrerá nos dias 19 e 20 de setembro em São Paulo com a missão de formular diretrizes antirracistas e

No dia 6 de setembro, será inaugurado o novo Centro de Referência em Saúde Indígena de Surucucu, na terra indígena Yanomami, uma estrutura inédita que representa um marco na resposta à crise humanitária que afeta os povos indígenas da região. A iniciativa foi capitaneada pela CUFA (Central Única das Favelas), pela Frente Nacional Antirracista (FNA) e pela Target e.V. Ruediger Nehberg (ONG alemã) em parceria com o Ministério da Saúde, além da Secretaria Especial de Saúde Indígena (SESAI) e do Governo Federal.

Texto: Juan AraújoImagens: Samir Marianno Rio de Janeiro – Mais de 6 mil pessoas lotaram o Moça Bonita para viver

Na última sexta-feira (29), no espaço Ação Educativa, aconteceu uma homenagem ao jornalista e empresário José Correia Leite repleta de

Na última segunda-feira (7), o Movimento Negro Unificado (MNU) completou 47 anos de existência e resistência. A celebração aconteceu no mesmo local que os recebeu em 1978, durante sua primeira manifestação pública e organizada: o Theatro Municipal. Este espaço se tornou marco simbólico e atemporal da denúncia à opressão do regime militar, o mito da democracia racial e o estado genocida.
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