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Como Carla Zambelli e Roberto Jefferson fizeram Trump se ajoelhar para Lula?

Como Carla Zambelli e Roberto Jefferson fizeram Trump se ajoelhar para Lula?
O tropeço armado, a granada e o efeito colateral que mudou a geopolítica.
Enquanto o bolsonarismo implodia em surtos e explosões domésticas, a extrema direita global perdia o controle da narrativa.
De Zambelli perseguindo um homem negro nas ruas ao show pirotécnico de Jefferson contra a Polícia Federal, o Brasil mostrou que cada ato insano reverbera no mundo — e que até Trump pode ter que reverenciar, e quem sabe, se apaixonar por Lula.


O tropeço armado e a granada verbal
A política brasileira tem dessas ironias que nem o cinema ousa escrever.
Enquanto uns jogavam granadas, outros tropeçavam em fantasmas — e o mundo lá fora assistia sem saber se o Brasil era tragédia, sátira ou espelho.


Lula ganhou: 50,90% contra 49,10%.


Bolsonaro caiu, e com ele tombou um projeto com sotaque texano e cheiro de gasolina imperial.
Carla Zambelli, armada, tropeça num homem negro e decide persegui-lo pelas ruas de São Paulo.
Cena real, de horror e absurdo — um tropeço que virou símbolo:
de uma elite que tropeça na própria ignorância e culpa o chão.
Enquanto isso, Roberto Jefferson, do alto da própria ruína, atira granadas na Polícia Federal.
Recebe, de volta, uma “advertência verbal” — embalada em terço e teatro, com o Padre Kelmon fazendo o papel de figurante litúrgico do extremismo.


Um país onde o preto morre por um cigarro, e o branco que joga explosivo na PF ganha sermão de domingo.
O nome disso não é só desigualdade — é roteiro distópico, por mais real que seja essa injustiça

.
O 1,5% que moveu a História


Esses dois episódios juntos podem ter implodido cerca de 1,5% dos votos.
Pouco? Foi o suficiente para virar a maré.
E assim, a marionete de Donald Trump no Brasil derreteu.
O império perdeu o brinquedo.
A América Latina, de repente, respirou sem coleira.


Trump, o Zambelli do norte


Lula, eleito, assistiu de longe ao remake americano da mesma tragédia.
Trump, em Washington, repetia a coreografia de Zambelli:
perseguia inimigos, disparava “granadas” diplomáticas, e achava que governava com tweet.
Mas a diferença é que, aqui, o alvo samba.
Vieram as sanções, os tarifaços, as intromissões diplomáticas.
Como se o Brasil fosse um condomínio americano e o presidente um síndico de terno laranja.
Mas Trump esqueceu:
o Brasil é encruzilhada, não condomínio.
Aqui o ferro vira flor, o barro vira altar, e o povo faz o próprio enredo.


Lula soberano, o Brasil de pé


Sem vender para os EUA, Lula aumentou 3% nas exportações.
Cada golpe da Casa Branca voltava em forma de acordo com África, China, Índia e o restante do planeta.
O soco geopolítico fez curva e acertou o ego americano bem no queixo.
Trump viu a lona.
As empresas americanas entraram em quase locaute, com preços altos e vendas em queda.


Bolsonaro caminha para a prisão


Fux, que tanto defendeu a Lava Jato, sente o frio na barriga: pode estar na fila.
O velho lema de 2016 — “In Fux We Trust” (tradução: Em Fux nós confiamos)— voltou às redes em março de 2025.
Não mais como hino, mas como epitáfio digital.
Após a prisão de Bolsonaro, o fio da Lava Jato puxa Moro e Deltan o autor do lema “In Fux We Trust”, e Fux agoniza e quanto mais tenta salvar o Bolsonaro para se salvar, mais coloca o próprio pescoço na guilhotina.


Os fiéis da granada


Zambelli, que jurava liberdade na Itália, está presa.
Jefferson, enclausurado, vive o teatro mudo da própria encenação.
E Trump, que prometia tornar a América “grande de novo”, agora precisa ajoelhar para negociar com quem manteve o Brasil de pé — Lula.
Vai tirar sanções, rever tarifas e, quem sabe, murmurar um “sorry” entre dentes.
Porque até o império aprendeu:
quem brinca de explodir o Brasil termina implodindo a si mesmo.


O país que transforma granada em girassol


O Brasil é isso: o lugar onde a tragédia dança, a bala erra o compasso e a história se acerta — com ou sem o alvo.
Um aparte: Esperamos o dia em que “bala perdida” signifique apenas um doce que caiu no chão e não se achou — e não uma vida inocente que se esvaiu.

E o Lula?

Lula seguiu em frente: sóbrio, sereno, quase didático.
Enquanto o mundo inteiro tenta entender
como, num país em chamas,
um operário ainda ensina o império a pedir desculpas.
A lá Vinicius de Moraes, Lula já não é mais um “Operário em Construção”,
é um operário construído — erguendo, sem medo, um mundo sem muros, sem fome e com autoestima de líder global.

E assim a química virou petroquímica, e das blasfêmias nasceram as flores e o grã final!

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