Ação denunciou o avanço dos feminicídios em São Paulo e cobrou políticas efetivas de proteção às mulheres
Na última quinta-feira (4), dezenas de mulheres militantes do MTST ocuparam o saguão da Secretaria Estadual de Políticas para a Mulher em um ato simbólico para denunciar o avanço alarmante dos feminicídios no país, especialmente no estado de São Paulo e na capital, que vêm registrando alta nos casos de violência extrema contra mulheres.
Com gritos de ordem como “Mulheres Vivas!”, as manifestantes exibiram nomes de vítimas que se tornaram públicas nas últimas semanas, além de cartazes manchados com tinta vermelha, simbolizando a urgência e a gravidade da situação. O clima misturava indignação, dor e resistência.
“Viemos aqui hoje, acima de tudo, para dizer que quando uma mulher é assassinada, uma parte de todas nós também morre. Por isso, não podemos nos calar. É pelas nossas vidas que exigimos políticas reais contra a violência doméstica e o feminicídio”, afirmou Beatriz Nowick, coordenadora do MTST.

O ato cobra do governo estadual respostas concretas, ampliação de políticas de proteção, investimentos em prevenção e acolhimento, além de transparência nos dados oficiais.
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