» Post

Políticas públicas para crianças e adolescentes

Parece redundante falar sobre criança e adolescente, mas é necessário falar, ou melhor, precisamos gritar. No último dia13 de junho comemorou-se 20 anos da instituição do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Mas será que avançamos na proteção de nossas crianças e adolescentes?

Para iniciarmos nossa reflexão, precisamos entender que foi só a partir da Constituição Federal de 1988 que crianças e adolescentes em especial, os mais carentes, passam a ser vistos como sujeitos de direitos; anteriormente eram tidos como um problema a ser resolvido. A promulgação do ECA em 1990 só ocorreu devido a muita pressão popular e de movimentos sociais. O estatuto prevê a proteção integral de crianças e adolescente, ou seja, proteção ao próprio indivíduo, cabendo à família, ao Estado e à sociedade civil a concretização desse direito.

O estatuto prediz que a criação de políticas públicas para a infância e juventude seja feita de modo descentralizado; que haja articulação entre as demais políticas públicas (saúde, educação, assistência social etc.); e com participação popular. Precisamos compreender que o estatuto não se efetiva sozinho; é necessária a ação de diversos atores sociais, autoridades e órgãos. E esse é o momento, temos que dar um basta ao genocídio da juventude pobre e negra, à exploração sexual de crianças e adolescentes, ao trabalho infantil que ainda existe no cotidiano desse Brasil imenso, e a todas as formas de violência contra a infância e juventude.

As políticas de atendimento à criança e ao adolescente precisa ser ampliada, de modo a abarcar todas as crianças e adolescentes desse país, e mais: precisam ser aplicadas conforme os preceitos contido no estatuto, pois, o futuro é agora!

Serviços de atendimento/denúncia

Centro de Referência de Assistência Social (Cras);

Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas);

Conselhos Tutelares

Disque 100- Disque Direitos Humanos

Alô Vida – 0800-9701170

Mariana Santos
Assistente social, de 27 anos, trabalha no Centro para Crianças e Adolescentes (CCA) da Capela do Socorro (Zona Sul de São Paulo).

NOTA

Não deixe de curtir nossas mídias sociais. Fortaleça a mídia negra e periférica

Esta gostando do conteúdo? Compartilhe!

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

» Parceiros

» Posts Recentes

Categorias

Você também pode gostar

Max Mu

‘Me Too’ Mentiu?

Dizem que um raio nunca cai duas vezes no mesmo lugar. Dessa vez, caiu.A bomba já explodida explode novamente, e

Leia Mais »
plugins premium WordPress

Utilizamos seus dados para analisar e personalizar nossos conteúdos e anúncios durante a sua navegação em nossos sites, em serviços de terceiros e parceiros. Ao navegar pelo site, você autoriza o Jornal Empoderado a coletar tais informações e utiliza-las para estas finalidades. Em caso de dúvidas, acesse nossa Política de Privacidade