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A escrita é meu destino!

Era uma vez, outra vez, mais uma vez …. Em uma bela noite de segunda-feira, dia 3 de agosto de 2026, marcava no relógio exatamente às 18h33, quando o celular de Mylene Fortunato acendeu, notificando que Anderson Morais havia mandado a seguinte mensagem: “Sinto muita falta de você escrevendo no Jornal Empoderado. Era muito bom e muito gostoso ler seus artigos”. Neste momento, seu coração começou a acelerar. O que seria desta jovem escritora? O destino há de lhe mostrar.

E como diz o ditado: “o bom filho à casa torna”, cá estou eu de volta. Mesmo depois de alguns anos, mesmo eu tentando silenciar meu lado escritora e leitora, todas as minhas tentativas são jogadas ladeira abaixo. Imaginar minha vida sem a escrita e sem os livros seria o mesmo que imaginar um ser humano sem alma e coração. A minha vida está na arte, está na cultura, está na escrita, está nos livros.

Quando eu morrer, quem me amou de verdade (ou cada leitor meu) sempre irá me encontrar dentro de uma livraria, dentro de um livro, em uma página aleatória, em um capítulo específico, em um parágrafo duvidoso, ou no cheiro das páginas de um livro novo. A história jamais se acabará e minha memória jamais descerá ao pó da terra. Enquanto existirem livros pelo mundo, existirá Mylene Fortunato!

“Os livros sempre estiveram ali para mim”

Ninguém nunca entenderá esse amor, e está tudo bem. Há quem diga que eu salvei cada livro que comprei nas livrarias por onde passei, mas a verdade é que cada livro me salvou. Em cada dificuldade e felicidade que eu passei, desde a minha infância até o presente momento. Ninguém jamais entenderá quando digo que Mylene Fortunato e os livros são um só, porque quem me conhece, certamente sabe do meu amor e lealdade aos livros. Quem conhece os livros, certamente me conhece em cada páginas deles.

” A minha vida está na arte, está na cultura, está na escrita, está nos livros”

O amor aos livros me trouxe ao Jornal Empoderado anos atrás, e é o mesmo amor que está marcando o meu retorno a essa coluna.

Então, se “o bom filho à casa torna”, então é com imenso prazer, uma alegria indescritível, um amor transbordante e uma imensa gratidão que por meio deste artigo, comunico a todos a minha volta para este jornal. Declaro oficialmente meu retorno ao Jornal Empoderado, pra fazer história e para fazer com que as pessoas leiam mais livros. Se for para o bem dos leitores, diga aos leitores que eu fico!

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