Em depoimento à PF ele se justificou dizendo que foi um “ato para chamar a atenção para as questões raciais no Brasil” e aos jornalistas ele disse que se sentia “perseguido” por ser negro e acusou o Brasil de ser uma “pátria assassina de negros“.
Segundo reportagens à época, agentes da PF teriam chegado à conclusão que ele “sofreria das faculdades mentais”, versão comprada tanto pelos mídias da branquitude dominante como pelas lideranças das entidades e articulações do movimento negro, que se silenciaram em torno do caso, segundo a Afropress.

Fotos: Antônio Cruz/Agência Brasil