
Quando viver é um ato político: a força de “Ninguém me Ensinou a Morrer” no palco
Espetáculo premiado traz a vivência de jovens pretos periféricos sob a direção artística da atriz Vilma Melo.
Aprendemos a lidar com o fato de que a vida é finita. Que adoecer e partir fazem parte do ciclo natural. Mas e quando essas partas acontecem no auge dos 20 anos, não como exceção, mas como regra imposta a um perfil-alvo: jovem, preto e favelado?